Raya e o Último Dragão

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É muito difícil criar uma animação que contenha muitos elementos criativos… E felizmente, existe a Disney, para entregar para sociedade, um desenho que fala sobre questões importantíssimas, ademais, levando para uma pergunta curiosa. Tudo isso, com um bom roteiro, boa animação, cenas de ação e bons frames.

O filme é dirigido por Don Hall (Moana: um mar de aventuras), Carlos Lopes Estrada (Legion) e Paul Briggs (Operação Big Hero) e estrelados por Kelly Marie (Star wars: os últimos Jedi), Awkwafina (Shang-Chi e a lenda dos dez anéis) e Gemma Chan (Os eternos).

A sinopse do filme: No passado, os Dragões construíram uma pérola, que impedia os bichos do mal atacar, mas no presente, essa pérola foi quebrada, devido à desconfiança ao próximo. À consequência é que o mal voltou ao mundo. Para arrumar o problema mundano, Raya precisará passar pelas altas aventuras, para consertar o que houve no passado.

Pois bem… Como foi retratado no primeiro parágrafo, o roteiro é muito bom. A maneira que os roteiristas (Adele Lim e Qui Nguyen) escreveram à história é digna de prêmio, porque tudo que acontece no presente está ligado ao passado da narrativa do filme, é surreal à ligação, pois as coisas se explicam. Continuando com a narrativa, a animação nos leva para um assunto que é muito importante no momento, que é à confiança; é apenas confiando em outras pessoas, que conseguiremos alcançar novos patamares, e a obra cinematográfica retrata isso de forma fantástica, mostrando que à confiança, é à chave da vitória. Ademais, o longa-metragem brinca com uma questão curiosa: como seria se um Deus (ou os Deuses) vivesse(m) no nosso meio? É legal demais.

Graças à parte gráfica da animação, que foi bem trabalhada, torna à história do filme riquíssima. De alguns tempos para cá, as animações tiveram uma melhoria significativa na parte gráfica, e por causa dessa evolução, os profissionais conseguem adicionar detalhes que colocam novas camadas nos personagens. Há um momento no filme, que o Dragão brinca no ar, se sentindo livre… Nela, são visíveis os pelos balançando, acompanhando à felicidade do personagem e é belo de ver; isso é apenas um exemplo, porque durante o filme todo, há diversos frames bonitos.

Cenas de ação são grandiosas, é incrível o jeito que as cenas foram produzidas, pois existem frames em cenas de luta, que parecem pôster, de tão bem feito; a parte técnica foi bem pensada, porque em todos os momentos, o posicionamento da câmera significava alguma coisa.

Tudo que foi descrito até aqui, não seria à mesma coisa se não houvesse belos sons musicais. As trilhas sonoras são relevantes para à história, porque é ela que exibe o que o personagem está sentindo, dando mais camadas ao indivíduo.

Para encerrar, é notável que os realizadores entregaram seus corações, para criar uma grande animação. – Tinha que ser a Disney (risadas), pois sempre nos encanta.

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Autor: Evandro Canuto de Sa

Olá, como estão leitores, todos ótimos? Acredito que estão. - Revelando [um pouco] o meu ser, eu nasci no ano de 1999, na cidade de Bauru-SP. Atualmente, estou cursando jornalismo, um curso que está ligado aos meus hobbies e amo jogar. Ademais, gosto e muito de aprender, pois quanto mais conhecimentos, novas portas são abertas.

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