Crítica – Guerra Mundial Z

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Na década passada, especificamente no ano de 2013, no dia 28 de junho, saía internacionalmente nos cinemas, o filme ‘Guerra Mundial Z’. O filme se enquadra no gênero terror, ação, aventura e suspense e isso lhe torna o longa-metragem pouco memorável, para quem gosta desses tipos de obras cinematográficas.

A obra cinematográfica é dirigido por Marc Forster (Christopher Robin – Um reencontro inesquecível) e é estrelado por Brad Pitt (Era uma vez em… Hollywood), juntamente com Mireille Enos. Ademais, o filme é baseado no livro ‘Guerra Mundial Z’, de Max Brooks, e ele é um dos seis roteiristas do longa-metragem. – Resumidamente, a sinopse. Após a aposentadoria, Gerry Lane (Brad Pitt) acredita que afastou do seu cargo, contudo, eis que surge um vírus mortal, que transforma indivíduos em zumbis e devido à isso, Gerry é chamado para ajudar a descobrir formas de combater os zumbis.

Sim, se você leu a sinopse e achou que a narrativa é simples… Você acertou; porém não significa que o filme é ruim, muito pelo contrário, pois se tivesse mais elementos narrativos, como contos secundários, o longa se tornaria cansativo (quem gosta de ser enrolado? Ninguém). Então nesse quesito, os roteiristas se saíram bem, decidindo focar no Gerry e demonstrando a evolução do personagem, em um mundo catastrófico. Engraçadamente, por mais que o filme, narrativamente descrevendo, seja simples, ao mesmo tempo, é notável à existência de várias camadas, que aprofundando nelas, enxerga-se belas questões, exemplos: “como o mundo se comportaria em uma catástrofe?”, “como o mundo se comportaria, caso um vírus mortal estivesse vagando por aí (não soa familiar?)?”, “como é o mundo sem lei?”… E outras questões… Que alavancam o mérito do filme. Felizmente, a obra tem mais méritos, citando caso análogo, boas cenas de ação e de terror.

Entretanto, o filme não é perfeito, porque há momentos que o erro grita altamente, à título de exemplo, trilha sonora. Todos sabem que músicas são fundamentais para ampliar a experiência do assistente, porém, infelizmente, existem minutos que tocam músicas eletrônicas em cenas tensas e isso atrapalha, quando se trata de envolvimento ambiental e atmosférico. Outro ponto que devemos considerar um erro: falta de desenvolvimento dos personagens secundários. Foi registrado anteriormente que o filme é raso, e esse é um dos porquês, que o longa-metragem é um pouco fútil. Desde o início, não conhecemos a mulher do Gerry, só sabemos o nome dela (Karen Lane (Mireille Enos))… Aliás, muitos indivíduos são esquecidos rapidamente, apenas aparecem para dar tarefas ao personagem do Brad.

É notável que a obra de Marc Forster, não é uma obra marcante, todavia, também não é chato; é um projeto de cinema bacana, divertido de assistir e passar algumas horas, com seu refrigerante (ou suco) e pipoca (ou bolacha).

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Autor: Evandro Canuto de Sa

Olá, como estão leitores, todos ótimos? Acredito que estão. - Revelando [um pouco] o meu ser, eu nasci no ano de 1999, na cidade de Bauru-SP. Atualmente, estou cursando jornalismo, um curso que está ligado aos meus hobbies e amo jogar. Ademais, gosto e muito de aprender, pois quanto mais conhecimentos, novas portas são abertas.

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